O texto Teoria do Não Objeto escrito por Ferreira Gullar enfatiza a definição do "Não Objeto" que ao início do texto define como "Um objeto especial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais." (Gullar, p. 85), e após isso, o autor faz uma retrospectiva dos movimentos artísticos até o surgimento de fato do Não Objeto, passando por Mauricio Dias, o objeto no cubismo, e Mondrian, um cubista que revolucionou a vanguarda, limpando uma tela até ficar em branco, tornando-a um novo objeto da pintura. Logo após, ele explica a importância do dadaísmo e a relação entre a moldura e a pintura, em que sem a pintura, a moldura não faz sentido ali, e a vista disso, expõem a importância das Vanguardas russas, que foi observado que quando a pintura não tinha representatividade, ela tende a abandonar a superfície para realizar-se no espaço, assim se tornando um não objeto. E por fim no texto, o Gullar escreve "Pode-se dizer que toda obra de arte...